A Mão – “ritmados mas cegos” – (e invisiveis para os manetas)
11/03/2010
Cap. 12 O Diagrama
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1) Pintura Abstracta, código e espaço ÓPTICO
2) Action Painting, Diagrama e o espaço MANUAL
3) O que Bacon não aprecia nestas duas soluções
2) Action Painting, Diagrama e o espaço MANUAL - “Uma segunda via, muitas vezes chamada expressionismo abstracto ou art informal, oferece uma resposta inteiramente diferente, no extremo oposto do abstraccionismo, Desta vez o abismo do caos é levado ao seu máximo.
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Mas, com Pollock esta linha-traço e estas manchas-cor serão puxadas aos limite funcional: não mais transformação das formas mas decomposição da matéria, que nos abandona às suas delineações e granulações. O quadro torna-se uma pintura-catástrofe e uma pintura-diagrama ao mesmo tempo. Desta vez, está no ponto mais perto da catástrofe, em absoluta proximidade, onde o moderno descobre o RITMO: nós podemos facilmente ver como isto responde à questão a uma “função” moderna da pintura daquela dada pela abstracção. Não é mais uma VISÃO interior que nos dá o infinito, mas um poder manual que é espalhado por tudo, de um lado ao outro do quadro.”
Na unidade da catástrofe e do diagrama, o homem descobre o ritmo como matéria e material
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3) O que Bacon não aprecia nestas duas soluções
A questão importante é “porque não enveredou Bacon por nenhumas das duas vias precedentes.”
[one billion dolar question...para enquadrar Deleuze]
20/12/2010 ás 2:21 am
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