A Mão – “ritmados mas cegos” – (e invisiveis para os manetas)

Cap. 12 O Diagrama
(…)

1) Pintura Abstracta, código e espaço ÓPTICO
2) Action Painting, Diagrama e o espaço MANUAL
3) O que Bacon não aprecia nestas duas soluções

2) Action Painting, Diagrama e o espaço MANUAL – “Uma segunda via, muitas vezes chamada expressionismo abstracto ou art informal, oferece uma resposta inteiramente diferente, no extremo oposto do abstraccionismo, Desta vez o abismo do caos é levado ao seu máximo.
(…)
Mas, com Pollock esta linha-traço e estas manchas-cor serão puxadas aos limite funcional: não mais transformação das formas mas decomposição da matéria, que nos abandona às suas delineações e granulações. O quadro torna-se uma pintura-catástrofe e uma pintura-diagrama ao mesmo tempo. Desta vez, está no ponto mais perto da catástrofe, em absoluta proximidade, onde o moderno descobre o RITMO: nós podemos facilmente ver como isto responde à questão a uma “função” moderna da pintura daquela dada pela abstracção. Não é mais uma VISÃO interior que nos dá o infinito, mas um poder manual que é espalhado por tudo, de um lado ao outro do quadro.”
Na unidade da catástrofe e do diagrama, o homem descobre o ritmo como matéria e material
(…)
3) O que Bacon não aprecia nestas duas soluções

A questão importante é “porque não enveredou Bacon por nenhumas das duas vias precedentes.”

[one billion dolar question…para enquadrar Deleuze]

Anúncios

3 Comments

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

w

Connecting to %s