Ética na discussão e Ignorância Histórica assumida

O que mais me assusta  na tradição académica dos países anglo-saxónicos, e q infelizmente parecem ganhar adeptos entre nós (CUIDADO!!!), sobretudo por preguiça ou má fé dos seus tutores, é a escabrosa IGNORÂNCIA HISTÓRICA que exibem SOBRE A TRADIÇÃO EUROPEIA (e não lhes vai permitir ler no futuro qq texto d filosofia do direito (mal sabem quem é Hegel!) , de estética (Schiller q?) ou da ciência (Poincaré onde?), incluindo Einstein e Heisenberg, ou qq tema ligado à filosfia, escrito na europa ocidental nos últimos 200 anos)- tirando quem fale de milhas e common wealth, !!!
ainda por cima como se fosse uma virtude!!!! A sério!!!

Nós não queremos acreditar q as coisas possam cair tão baixo até q nos lembramos da polémica entre Derrida e Searle, nos lembramos da forma baixa como este reagiu, indo para os media difamar, pelo q n conseguiu fazer na teoria :(… porque aí, os poucos hábitos de leitura, permitiram a Derrida, algo estupefacto com o baixo nível da coisa, fazer notar ao “vaqueiro”, que queria ser grande por falar aos analíticos da Intencionalidade (em 83!!!!!) q afinal n sabia sequer o b-a-ba da filosofia do sec XX…e inventava, MAL, a roda… e no entanto… vemos por ai srs professores, dos liceus às universidades, q querem seguir as pisadas, multiplicando e legitimando a ignorância e a mal dicencia para depois impor a sua censura e as suas patetices (e estão a conseguir!!!! e viva “bush”!!!

Derrida comenta a ignorância escabrosa, mas assumidissima (!!!) da tradição sobre o tema do seu “importante livro” (um marco para os analíticos!!!!) … e questiona-se… “WTF”!!!!

No Limited Inc, comentando a sua “polémica” com Searle (p.130) em

“Twoards an ethic of discussion”

What does “intention” properly mean as the particular or original work (mise en oeuvre) of iterability? I admit that this enigma grows increasingly obscure for me. It communicates with the greatest questions of being, of meaning and of the phenomenon, of consciousness, of the relation to the object in general, of transcendence and of appearing as such, etc. I cannot elaborate this here as I try to do elsewhere.

My frequenting of philosophies and phenomenologies of intentionality, beginning with that of Husserl, has only caused my uncertainty to increase, as well as my distrust of this word or of this figure, I hardly dare to say “concept. ”

And since that time, Searle’s book on intentionality ( 1 983 ) has not helped me, not in the slightest, to dispel these concerns,  I did not read it without interest, far from it.

I am even ready to admire how the author of a book bearing this title, Intentionality, could choose, as he declares at the very outset, in the Introduction, to “pass over in silence” “whole philosophical movements” which “have been built around theories of intentionality,” avowing, as one of his reasons, ” ignorance of most of the traditional writings on Intentionality” (p. ix) . [LOL Derrida ri-se do palhaço!!]

Something that is indeed evident i n reading the seven lines devoted to Husserl in this book of three hundred pages. [:))))))))))))))))))))))))))))))) ]

As it is not possible here to discuss the questions that this book raises for me with each phrase , I will risk instead a remark on the respective relations of certain philosophers to what is called the tradition of philosophy, the philosophical

Searle had written, “It would be a mistake, I think, to regard Derrida’s discussion of Austin as a confrontation between two prominent philosophical traditions. ”
I agree with the letter if not with the intention of this declaration, having made it clear that I sometimes felt, paradoxically, closer to Austin than to a certain Continental tradition from which Searle, on the contrary, has inherited numerous gestures and a logic I try to deconstruct.
I now have to add this: it is often because “Searle” ignores this tradition or pretends to take no account of it that he rests blindly imprisoned in it, repeat ii ts most problematic gestures, falling afterword short of the most elementary critical questions , not to mention the deconstructive ones. It is because in appearance at least “I” am more of a historian that ‘ ‘ 1 ‘ ‘ am a less passive, more attentive and more “deconstructive” heir of that so-called tradition. And hence, perhaps again paradoxically, more foreign to that tradition. I put quotation marks around “Searle” and ‘ ‘ 1 ‘ ‘ to mark that beyond these indexes, I am aiming at tendencies, types, styles, or situations rather than at persons.

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