Não ler e dizer asneiras: o “relativismo” de Derrida

Renovar a filosofia de Hilary Putnam (1992)

Como os tótós nem leram os que criticam, dizem asneira atrás de asneira… e não sabemos o q fazer com eles. A prática mais comum é colocar na boca dos autroes d q n gostam o q eles n apenas n disseram como afirmaram, explicitamente, várias vezes, q n diziam… e os tipos fazem de conta e voltam à carga como s nada f…osse…a questão do “RELATIVISMO” (entre outras categorias mal amanhadas com q alimentam os seus delirios paranoicos) é um bom exemplo, e o pobre do Derrida, para n variar uma das suas vitimas. E a cada vez q um diz isto outros ouvem eu n percebi patavina e, verdade verdadinha… nem li”… e pronto… a po “&#%$%…

Putnam

(pouco antes da perola sobre a “filosofia em França):
“Os relativistas típicos pensam paradoxalmente, q fizeram uma especie de descoberta metafisica. O q podem eles fazer s o relativismo envolve uma contradição(ou se é possível derivar uma contradição do relativismo utilizando uma lógica que os relativistas não contestam e factos empiricos indiscutiveis)? O movimento de “descontrução” parte do relativismo para o niilismo” blablabla

DERRIDA..

anos antes, a TENTAR falar com os analiticos (e a Searle) e explicar-lhes ISTO Limited Inc p.143 (pelo menos este… devia ter lido sr prof… para “renovar a filosofia”.. não!?:

This way of thinking context DOES NOT, as such, amount to a RELATIVISM, with everything that is sometimes associated with it
(skepticism, empiricism, even nihilism).

“First of all because, as HUSSERL has shown better than anyone else,
RELATIVISM, like all its derivatives, remains a philosophical position in CONTRADICTION WITH ITSELF.

Second, because this “deconstructive” way of thinking context is neither a philosophical position nor a critique of finite contexts, which it analyzes without claiming ANY ABSOLUTE OVERVIEW.

Nevertheless, to the extent to which it-by virtue of its discourse, its socio-institutional situation, its language, the historical inscription of its gestures, etc.-is itself rooted in a given context (but, as always, in one that is differentiated and mobile), it does not renounce (it neither can nor ought do so) the “values” that are dominant in this context (for example, that of truth, etc. ).”

Como é q pode haver saco para tanta ignorância AUTO-INFLIGIDA.. “não fui ler Derrida mas falei do q s diz “por ai” sobre Derrida… pois…”como debater com estes srs profs… mas a verdade, é q estes métodos terroristas somam vitorias… ela espalha-se e é do prof d liceu como de faculdade (!!!) do pobre aluno ao jornalista mal formado (no Brasil, onde o nível cultural médio ainda é pior, o “mito” prolifera descontrolado), e lá ouvimos um q arrota aqui e ali “ah Derrida promove o relativismo… o niilismo”… ok ok… em frente… e vai ler um livrito, sim…eich…

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