Filosofia do “disse q disse” II… agora Putnam…

O disse que disse como Modus Operandis legitimado...

 

Deixando mais um momento q mostra a sintonia de “métodos questionáveis” entre Searle e Putnam (ao ponto de parecer q este ultimo fez questão de os repetir, em solidariedade com o primeiro…). Do mesmo sub-capitulo de “renovar a filosofia”-… “O relativismo e o solipsismo” p 107:
“Alan Montefiore CONTOU-ME que uma vez OUVIU Derrida dizer: “O conceito de verdade é inconsistente, mas absoulutamente indispensável!” blablabla
(ISTO N RESSOA AO “FOUCAULT DISSE-ME QUE… BLABLABLA” DO Searle (mas agora mais “bem protegido” para fazer passar a coisa???… enfim… quer legitimar o modus opernadis do colega criticado.. é isso??

“Ouvi dizer q disse”???… oh homem… Derrida n tem livros suficientes para o sr citar em condições e poder fazer questões ao q ele “quer sdizer”???? É assim q s produz trabalho académico SÈRIO?????… nos EUA parece q sim (e o metodo d citação ajuda MUITO, como o sabe bem quem fez uma tese… MUUUUUUUUito mais fácil espetar com 4 ou 5 nomes d autores e uma data à frente, sobre o assunto q nos interessa “legitimar” e que “consta” que os autores enumerados, trataram (método “americano” autor-data), do q ter d ir procurar a citação conveniente, com a página respectiva, para podermos comprovar q realmente ele disse isso (método “francês”) … questões de RIGOR (académico)!!!!
(atenção: sei BEM como o q vem a seguir ao “disse q derrida disse”, pretende contrapo-lo com a tal “vida/linguagem” quotidiana” (dos “normais” q USAM a palavra “verdadeiro” – e acrescento: sem estarem despertos para o facto de, por direito, utilizarem um sociolecto, q Putnam n sabe nem quer saber o q é…) mas, como mostrou BEM Derrida sobre Austin (e contra os seus casos “normais” vs “parasitários”,🙂, temos q ir mais longe para dar conta do fenomeno da “comunicação” (n foi isso q esstava em debate??? Putnam n o percebeu??)… e sim, a relação disto TUDO com o teorema de Godel da incompletude/indecidibilidade (n falamos da “inconsistência da verdade”… pk sem “fundamento ultimo”?) ???
e relembramos Derrida sobre Sokal:
“Eu sou sempre económico e prudente no uso da referência científica, e mais de uma vez tratei desse problema.
Explicitamente.
As várias passagens em que falo, de fato, e precisamente, sobre o “indecidível” e mesmo sobre o teorema de Gõdel não foram localizadas nem visitadas pelos censores.
Tudo faz pensar que eles não leram o que era preciso ler
para tomar pé das dificuldades.
Sem dúvida, eles não foram capazes. Em todo caso, não o fizeram.”

Deleuze explica-lhes o mesmo no “O q é a filosofia”, capitulo Functivos e Conceitos” pag 123 em Pt e 131 em fr
(por vezes suspeito q este agarrarem-se a Sokal é pk estes os libertaria realmetne d terem d ASSUMIR as consequências de Heisenberg e Godel para o projecto “logicista-analítico”… pelo menos na matemática assim é (e n nos chegam “manifestos realistas” a la Shapiro…)…

Mas pronto, AQUI, até damos de barato q s possa manter a posição da “normalidade da linguagem quotidiana”… mas, em termos de “MODUS OPERANDIS”, era isso q queríamos ver Putnam tratar não pelo “disse q disse”…mas segundo uma “ética de discussão” q respeita o q o autor DISSE de FACTO… senão é o boato n verificável q s faz “legitimo” (n vai isto contra os próprios princípios de verificabilidade?? 😦 .. e depois, por lá, vemos gente a defender “academicamente” neo-conservadorismos e criacionismos” com toda a legitimidade… tornando-se vitimas do próprio “remédio” …cuidado…

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