Recordando a Documenta 12 e a posição da Multitudes em 2007

Angelus novus de Klee e o excerto do texto do "Anjo da história" de Benjamim recebiam-nos à entrada

(mas vamos pegar, já agora, n apenas em Foucault como o q Agamben (aproveitando desde logo o lançamento do “estado de excepção” em Pt (por ex. critica ontem destacada aqui pelo Ípsilon:
http://ipsilon.publico.pt/livros/critica.aspx?id=271175,

"Estado de exclusão" de Agamben chega este trimestre a Pt

 

e q A Guerreiro (tradutor do Homo Sacer em 98, aponte-se) ;) , criticou no Expresso há 2 semanas, em simultâneo com o d “Anjo da Historia” do Benjamim, também acabado de lançar em Pt, num artigo a reter…

"Anjo da Histótia" de Benjamim chega este trimestre a Pt

e q nos obriga a recordar a Documenta XII em 2007, e as suas 3 questões:
(“Is modernity our antiquity?“; “WHAT IS BARE LIFE?”; and “What is to be done?“).

e q nos colocava logo à “entrada” perante o quadro de Klee e o comentário de Benjamim ao lado… dando o “tom” a toda a exposição e eventos associados.

Uma das iniciativas foi um muito estimulante desafio a publicações de referencia de todo o mundo no campo da teoria para abraçarem as 3 questões, o q foi “recusado” pela “Multitudes” q n alinha por este “tom” q é, no entanto, o verdadeiro status quo da inteligentia, como no mundo das artes e da critica respectiva (em Portugal então… Oscar Faria, com quem até simpatizo, desde 2007 q anda enfrascado em “iluminações messiânicas”, tendo na altura tratado de toda esta questão do “anjo da historia” e da “bare life” de Agamben… mas n tendo pegado na contestação por parte… dos… hum… bem…o pessoal da Multitudes >:)

Estes criaram um site e um desafio a artistas específicos como contraponto a todo esta “naturalização” de uma “certa leitura” de Foucault… absolutamente imperdível, quer pelos site em si (organiza TODO o material da Multitudes desde o primeiro número, em tudo que se relaciona com estética cruzado com as perguntas-desafio (reelaboradas) – só o sistema de navegação e de interligações “infograficas” é uma obra de arte em si ;) IMPERDÍVEL), quer pelas obras submetidas pelos artistas, como mesmo pelos textos das recusas (no canto inferior direito, em Trash). Um verdadeiro “ponto de situação teórico” neste campo (estético-politico) contrapondo-se à hegemonia” de uma certa leitura “critica” (nós lemos como deformadora) de Foucault…
http://multitudes-icones.samizdat.net/
(não deixes de ir, em baixo, ao “multitude-icones” e clicar em “números” ;) depois… navegar e uouuuuu!!! ;)
(relato breve da “polémica aqui http://transform.eipcp.net/correspondence/1184160172#redir:

tenho IMENSA pena q em Pt a malta tenha ficado a leste de todo este debate/polémica… até pk sinto q nos deixamos submeter ainda mais a esta “coisa” pseudo-foucauldiana, abençoada e promovida por uma certa “inteligentia” nova yorkina” d nariz aquilino e modos alemães >:)
(mto visível por cá na programação de Serralves e Culturgest, mas n só … isto é mais importante do q poderá parecer à primeira vista, quer em termos políticos, como estéticos como teóricos em geral… mesmo q a malta por cá n perceba à primeira e cite Deleuze e Benjamim, construtivismo genético e dialéctica negativa” na mesma frase sem chegar a ter noção d q afinal vivem num cérebro auto-contraditório e inconsistente… por cá fica sempre bem umas citações de autoridades q estão a bater l fora… ainda q l for a eles s batam entre eles LOL… é tudo a mesma “%$$%” (e estamos a 1 a estamos no da próxima Documenta… mas na verdade, por cá, estamos ainda a chegar há de 2007 LOL… desde logo pela tradução dos textos chave para perceber seja o q for!!!! ;)

depois tento explicar o pk desta “deriva” perante a tua pergunta sobre “ o q s diz d Foucault politico” ;)

Documenta 12 vs Multitudes

LOL (fica com mais uns copy pastes ;) … acredita q a tua questão m remete para tudo isto ;) (é o “estado d situação”…)
From: Eric Alliez
Date: Wed 21 March 2007 23:06:59 Europe/Paris
To: Jennifer Allen
Subject: Artforum

(…)
Not without relation to our culture of networked activism, our new site Multitudes-Icones seeks to generate interventions that will stimulate an “institutional critique” of the Documenta device by relating it to a broader reflection on politics of/in contemporary art.

To do this we will begin with a gesture of ironic affirmation, by sending back to the “artists” three questions (duly de-formed and trans-formed, that is to say, forced), and asking them to evaluate the impact of their “theoretical” positions on their selection (“questions-entries”) or non-selection (“answers-exits”) by Documenta. It goes without saying that all kinds of material (discursive or non-discursive, signifying or not signifying) are welcome.

Organized by entries and false exits in an open framework, each response can in its turn be articulated with others, so that hybrid or even “monstrous” answers are composed, transforming each user of the site into a curator-artist of (another?) virtual/real Documenta. Something that we might understand in terms of sublimation or desublimation, utopia or “liberating” dystopia.

A Critical Space will complete the project. Reserved for those identified or disidentified with art, but accessible to all the outcasts of the identifying regime, it will allow critics to organize and comment upon the three entries/exits based on their own evaluation of Documenta.”

_____________________
(A pergunta q nos interessa aqui ;)
Is bare life your apocalyptic political dimension?

If bare life deals with that part of our existence from which no measure of security will ever protect us, how do you feel in your real life with regard to your participation/non-participation in D12? Tortured, lyrical or even ecstatic?

Is the concentration camp a useful paradigm for you?
How can bare life be experienced by an audience?

(Did you ever read Agamben in a state of exception? Crying or laughing?) LOL!!!! ;)

(mas s leste Agamben e tens andado atento saberás q hj, debater Foucault é enfrentar estas “leituras”

Hibrido Mutante ‎(n por acaso, o artigo da semana passada do A. Guerreiro era sobre o lançamento em Pt do “O Espectador Emancipado” do Ranciere.. com um comentário à foto d pag inteira, qq coisa como “um dos mais importantes pensadores politicos da actualidade”… e é mais uma leitura de Foucault ;) a tal politica por um “defensor da democracia” :)

Josef Castro isto promete :) )

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